Quanto pagamos de imposto? Para impostos menores, votos melhores

Você já parou para ver o quanto pagamos de imposto (usarei o termo “imposto” em sentido amplo, bem popular, não me atendo necessariamente aos diferentes tipos de tributos)?

Se nunca reparou nisso, na próxima vez que comprar algo, na padaria mesmo, ou no posto de combustível, olhe a nota fiscal e veja o valor que pagou de imposto.

Vejamos alguns exemplos do cotidiano:

  • Gasolina, 56,09%
  • Carro 1.0, 35, 27%
  • Cerveja, 55,60%
  • Roupas, 34,67%
  • Celular, 33,08%
  • Televisão: 44,94%
  • Refrigerante lata, 46,47%
  • Transporte coletivo, 33,75%
  • Carne bovina, 23,99%
  • Conta de luz, 48,28%
  • Sapatos, 36,17%

Assim, em análise aos dados anteriores, a média de impostos foi de 40% sobre o valor dos produtos que consumimos, o que demonstra que nosso dinheiro, na realidade, vale pouco mais do que a metade do que pensamos.

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Isso é, se você para em um posto e abastece R$100,00 de gasolina, na realidade só colocou R$43,91 de combustível. Os outros R$ 56,09 foram para o Estado (em seu sentido amplo).

Logo, se você ganha R$ 3.000,00 líquidos por mês, com base naqueles dados anteriores, seu poder de compra será de apenas R$ 1.800,00. Os outros mil e duzentos você nem viu.

Sem falar do IPTU, do IPVA e de outros.

Então, você realmente ganha três mil reais?

Naquele site que mostra o quanto que pagamos de imposto, impostômetro, diz que do primeiro dia deste ano de 2016 até hoje, 18/01/16, já pagamos quase 130 bilhões em impostos.

É muito dinheiro!

Todo esse dinheiro vai para algum lugar que não sabemos exatamente onde.

Se existem benefícios, eles não são aqueles que deveriam ser.

O dinheiro, ao invés de voltar para o cidadão, custeia todos os vários e enormes gastos estatais, com servidores de mais, burocracia excessiva, viagens que têm interesses particulares, diárias indevidas, superfaturamento, corrupção, dentre vários outros destinos indevidos.

Como poderemos, então, melhorar isso?

Uma coisa boa, sem dúvidas, é ter leis boas. Chega de legislações ruins, que visam apenas arrecadar e permitem todo esse gasto excessivo e desnecessário das verbas públicas.

Quem faz as leis? Nosso legislativo, formado, via de regra, pelos senadores, deputados e vereadores.

Me parece, então, que um passo interessante para termos melhores leis é colocar melhores legisladores, tanto para criar quanto para votar.

Para fazer isso temos que procurar saber um pouco mais sobre os candidatos. Tenha consciência do seu voto.

Todo candidato precisa de apenas uma coisa: voto. Será o seu voto que o colocará no cargo que ele busca.

Pode ser que o candidato que te agradou e que foi o destinatário do seu voto não seja eleito, mas esse seu voto e o dos outros eleitores que votaram nele farão com que ele tenha destaque no partido, no cenário político, possibilitando que volte a se candidatar na próxima eleição, dando força para que ele contribua para a mudança.

Outra coisa, voto nulo não dá em nada. O voto nulo apenas ajuda os maus políticos a continuarem onde estão.

Já escrevi sobre isso antes, sobre a ineficácia do voto nulo:

Em uma situação hipotética, com 03 candidatos e 10 eleitores, para ser eleito no 1º turno, com 100% dos votos válidos, o candidato tem que obter 06 votos.

Desses 10 eleitores, se tivermos somente 08 votos válidos o candidato precisará de apenas 05 votos para ser eleito no primeiro turno.

Se tivermos só 04 votos válidos, o candidato com 03 votos será eleito em primeiro turno.

E com apenas 01 voto válido, quem for votado se elege com apenas esse 01 voto.

Logo, vamos votar, votar com consciência.

Descobrindo bons políticos (sim, eles existem), não dando o nosso voto para esses mesmos que estão aí e só sabem sugar, conseguiremos reformular o nosso atual cenário político, o que fará com que boas leis sejam criadas, menos dinheiro seja gasto, mais retorno seja dado e, consequentemente, menos dinheiro nos seja “roubado”.

Chega dessa ideia de que política não se discute. Se continuarmos com esse pensamento não sairemos de onde estamos.

Devemos discutir, discutir mais.

Devemos votar, votar melhor.


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