Cidadãos de bem também consomem drogas. E muito!

Essa é a história de algumas pessoas comuns, espalhadas pela sociedade, cidadãos de bem, pais/mães de família, todos consumidores de drogas altamente viciantes.

Marcelo, Diego e Roberta.

Marcelo é médico. Diego, engenheiro. E Roberta, por sua vez, advogada.

Os três são ótimos profissionais, reconhecidos em suas respectivas áreas por suas qualidades, mas têm hábitos não muito interessantes.

Marcelo costuma tomar “remédios” em excesso. Basta uma pequena dor de cabeça para tomar um comprimido. Quando ele está sem sono e precisa dormir, toma um remédio para isso. Se está com sono, mas não pode dormir, será um para ficar acordado.

Diego, todo dia após o trabalho, para em um boteco no caminho de casa e toma suas “ampolas de sucus de cevadis” (como o Mussum chamaria a cerveja). Dia após dia ele vai até o bar para “dar uma relaxada” depois do trabalho. Muitas vezes, inclusive, quando chega em casa, “chapado”, a esposa e filhos já estão dormindo.

Roberta, jovem advogada, gosta de se manter em forma e malha sempre. Para emagrecer, quando acha que está “gordinha”, toma umas pílulas mágicas que secam em poucos dias. Sem falar de algumas substâncias que fazem ela ficar toda sarada, “bombada” mesmo.


Muitas vezes, nem nos damos conta que esse médico pode estar fazendo o seu segundo ou terceiro plantão seguido, estando acordado apenas por estar “dopado”.

E o engenheiro que vai para o seu trabalho naquela ressaca que impede qualquer tipo de pensamento e não consegue fazer aquele raciocínio importante para a segurança da empresa?

Sem falar que aquela advogada não conseguiu prestar atenção no que acontecia durante toda audiência, pois sentia alguns dos efeitos colaterais decorrentes dos inibidores de apetite e dos anabolizantes/hormônios e não soube muito bem qual atitude tomar no ato processual.

Os três, como se vê, são usuários de (fortes) drogas. Podemos até afirmar que são dependentes, mas ninguém vai reconhecê-los como drogados.

A polícia não vai dar um “baculejo” neles por estarem usando droga. Eles não tiveram que ir a uma boca de fumo comprar nada.

Inclusive, os três dirão para você que usar “droga” é errado e que deveríamos prender os usuários, assim como os traficantes.

Se questionados, afirmarão que a política criminal de combate às “drogas” é muito fraca e que o Estado deveria usar de mais violência.

Vai entender.


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6 comments

  1. Não, velho. Cidadão do bem NUNCA consome drogas. E por uma razão simples: consumir drogas significa alimentar a indústria da violência, significa alimentar o FORO DE SP, significa alimentar o esquerdismo doentio que domina o planeta, significa alimentar governos globalistas apoiados e impostos por Bill Gates, Soros, Rotschilds e todas essas famílias e milionários que querem eliminar o cidadão comum do planeta. Então, velho, abra a mente e pare de fumar o seu “BEISI” batizado com todo tipo de porcaria que vc possa imaginar…ACORDA!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Bom dia! Obrigado pelo comentário!
      Mas acabou por tirar algumas conclusões equivocadas.
      Defender a descriminalização das drogas não faz com que o defensor seja usuário.
      É questão de posicionamento.
      Quanto ao uso de drogas, isso depende do conceito que vc adota para delimitar o que vem a ser droga. A cafeína pode ser considerada droga, inclusive para efeito de doping em alguns esportes.
      Nós, seres humanos, sempre nos drogaremos.
      O Estado, por sua vez, de acordo com seus interesses, vai dizer o que ele vai deixar você usar ou não.
      Aqui no Brasil, certa vez, retiraram o lança perfume das substâncias consideradas ilícitas (constantes em uma Portaria da Anvisa), por um curto período de tempo, tendo em vista que o filho de um político influente foi preso com algumas unidades.
      Assim, esse rapaz foi “inocentado” e o lança perfume voltou a ser proibido.
      Para ser lícito ou ilícito basta que alguém tenha interesse na licitude ou ilicitude da substância.

      Ah! Eu estou acordado, tenha certeza.

      Um grande abraço

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  2. Salve Pedrão, mais um bom posicionamento. E sempre me pergunto quando vejo um posicionamento semelhante: O que tem mais poder viciante? Maconha ou cafeína? Cocaína ou álcool? Crack ou remédios? Vai entender.

    Curtido por 1 pessoa

    1. E aí, Paulo, blz?!
      Rapaz, essa questão da droga é muito complicada e é por isso que eu bato tanto nessa tecla.
      Caímos na ladainha de que droga é o que é ilícito e que, portanto, sendo ilícito, deve ser combatido.
      Mas e o que é lícito mas faz tão mal ou mais mal do que o que é ilícito?
      Só por ser ilícito, então, está permitido usar?

      Ouvi uma frase bem interessante certo dia: Não é a droga que vicia. Quem vicia é o homem.

      Um grande abraço e obrigado pela honra do comentário!

      Bom fds!

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