Crise social

A mudança de rumos na sociedade depende mais dos pequenos atos do que das grandes ações

Muitas vezes nos preocupamos com grandes mudanças, com atitudes gigantescas, com o que o outro faz ou deixa de fazer e não percebemos que pequenos atos podem gerar grandes efeitos e que a mudança deve partir de nós mesmos.

Do que adianta esperar sempre que o outro faça o certo, que o outro deixe de errar, que o outro mude, que o outro …, que o outro …?

Somos nós que temos o dever de começar a fazer algo e não sentar em nossos próprios rabos e esperar que a mudança venha de fora.

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E olha que nem estou falando para virar um(a) santo(a), desfazer dos bens materiais e peregrinar por aí com a roupa do corpo ajudando os necessitados, falo de pequenas coisas mesmo.

Então, que tal começar pelo respeito às normas de trânsito? Novamente, não falo nada além do possível, apenas faço menção a andar na velocidade permitida, sinalizar a manobra com a seta, evitar ultrapassagens arriscadas, utilizar a pista da direita para que os veículos mais rápidos usem a da esquerda, dar preferência aos veículos que querem entrar na pista de rolamento, usar e respeitar a faixa de pedestre e por aí vai.

Há, também, a chance de começar a jogar o lixo no local apropriado, por exemplo. Que tal parar de jogar no chão as embalagens dos produtos que consome? Há lixeiras por todos os cantos, te garanto que você encontrará alguma rapidamente para descartar o que precisa.

Do mesmo modo, se você fuma, evite jogar o resto do cigarro (conhecido como “bituca”ou “guimba”) na rua, ela não é cinzeiro. Se você teve o trabalho de levar o cigarro até a rua para fumar, tenha o mesmo trabalho de levar o que sobrou dele até uma lixeira. Isso não é um favor, é uma obrigação.

Tem, ainda, a possibilidade de ser mais tolerante com o próximo, respeitando a opinião alheia. Você não está necessariamente certo e a sua verdade pode não ser a mesma verdade do outro. Duas pessoas podem enxergar a mesma cena e ver coisas totalmente diferentes, fazendo com que exista mais de uma “verdade”.

Você também pode mudar dentro do seu ambiente de trabalho, sendo mais proativo, colaborativo, evitando ganhar sem trabalhar, deixando de levar pra casa material do escritório, deixando de lado o puxa saquismo e o jogo em busca de interesses pessoais.

Sem falar daquela pequena corrupção do dia a dia, como levar mercadoria sem pagar, não pagar o pedágio, deixar de contribuir impostos, não devolver o troco, furar fila, deixar de dar lugar a quem tem preferência e qualquer outra modalidade que se enquadre no famoso “jeitinho brasileiro”.

Se cada um fizer um pouco mais, agir mais pensando no coletivo e não no individual, sairemos desse abismo.

Do que adianta reclamar da corrupção política, do desvio de dinheiro, da carne podre que é vendida nos supermercados, do combustível adulterado, …, se nós mesmos não fazemos a nossa parte?

Apontar o erro alheio é fácil, quero ver identificar os próprios erros e agir para mudá-los.


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