Mudança do nome do blog

Fala, pessoal, tudo certo?

Como vocês podem ter percebido, venho inovando na minha atuação profissional, e o blog não mais é só um espaço para divulgação de textos, se tornou um lugar para que eu possa divulgar o meu trabalho pessoal no mundo jurídico.

Tenho produzido cursos, coordenado comissões de estudo, dentre outros trabalhos que fizeram com que fosse necessário aliar o trabalho (que já era realizado e o que passou a ser) diretamente ao meu nome.

Essa ação tem o objetivo de associar melhor o produto ao produtor e, assim, possibilitar a identificação dos trabalhos realizados.

Fiquem tranquilos, o conteúdo continuará o mesmo, sendo que busco apenas aperfeiçoar o trabalho e, assim, trazer materiais ainda melhores a vocês.

O que mudou foi apenas o nome do blog e não o seu autor/conteúdo.

Inclusive, a página do Facebook de nome “Para mudar paradigmas” deixará de ser atualizada e todo o nosso conteúdo passará para a página “Pedro Magalhães Ganem” (facebook.com/pedromaganem).

Espero que também nos siga nessa nova página!

Um grande abraço!

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8 comentários

  1. A escolha da coletividade por agentes políticos dotados deste caráter punitivista tem forte relação com o papel da mídia e o terrorismo por ela propagado. As chamadas sensacionalistas, tendenciosas e o discurso de ódio potencializam ainda mais o misto de medo e insegurança que acompanham o cidadão ordinário, que busca “a solução mais fácil”, sabiamente utilizada durante as campanhas políticas.

    Desde tempos mais remotos, a segregação do diferente e rejeitado socialmente foi a saída para problemas que necessitariam de um olhar mais humano e de um esforço comum. É até trágico acreditar que uma lógica tão infantil como esta é aplicada em escalas tão grandes, afinal de contas, tais políticas de segregação podem ser contidas na máxima: “se eu não vejo, não existe”. (vide as colônias de leprosos do período de Jesus e o desague dos resídios sólidos em alto mar na atualidade).

    No fim das contas, as pessoas apenas organizam-se em prol de uma mudança quando o incômodo as afeta diretamente, como foi o caso dos movimentos envolvendo aumento das passagens de ônibus/gasolina. Li tal ideia em algum lugar e concordo.

    Sobre as cadeias, ainda persiste em nós a mentalidade punitivista, intrinseca a nossa mentalidade coletiva e, infelizmente, enquanto a coletividade não resolver por as mãos na maça para mudar essa realidade, o Estado continuará agindo como age, e fazendo as piores escolhas sob o pretexto de buscar as mais nobres necessidades.

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