Precisamos acabar com o tráfico de drogas!

Hoje eu li uma notícia que demonstra como o tráfico é o responsável por grande parte das nossas mazelas e como ele corrompe tudo e todos. O título da notícia é: “PMs são presos por sequestrar e vender detido a traficantes rivais por ligação de vídeo“.

Drogas e Direito Penal não combinam

Esse é um texto que eu faço questão de republicar, pois fala, na minha visão, sobre o problema mais relevante que enfrentamos em nossa sociedade, a mistura entre o consumo de drogas e o Direito Penal. Não há dúvidas de que o uso de drogas (principalmente em excesso e independente da sua licitude) faz malContinuar lendo “Drogas e Direito Penal não combinam”

Como (não) descriminalizar as drogas

Uma coisa que eu não escondo é a minha posição favorável à descriminalização e regulamentação do uso de (todas) as drogas. Entendo, dentre outros motivos, que essa não é uma matéria que deve ser regulamentada pelo Direito Penal. Existem outros textos aqui no blog sobre esse assunto. Sugiro, inclusive, que você leia, pois conseguirá compreenderContinuar lendo “Como (não) descriminalizar as drogas”

Você é a favor da descriminalização do aborto?

Em breve lançarei um texto sobre o aborto, sua possível descriminalização e o que isso reflete, por isso, preciso saber de você: é a favor da descriminalização do aborto? Além de responder a enquete abaixo, é interessante que deixe nos comentários os fundamentos da sua resposta. [poll id=2] Obrigado pela contribuição! Você escreve ou querContinuar lendo “Você é a favor da descriminalização do aborto?”

Reduziu o número de fumantes no Brasil e não foi com a criminalização do consumo

Em uma simples pesquisa na internet (clique aqui pra acessar) eu percebi que o número de fumantes reduziu no Brasil e essa diminuição, como deve ser, não teve ligação com a criminalização do seu consumo. Extrai-se que no período entre 1990 e 2015, a porcentagem de fumantes diários no País caiu de 29% para 12% entre homensContinuar lendo “Reduziu o número de fumantes no Brasil e não foi com a criminalização do consumo”