A primeira infância como forma de combate ao crime

Recentemente li uma matéria publica na BBC, falando que “Investir em educação para a primeira infância é melhor ‘estratégia anticrime’, diz Nobel de Economia“, e achei ela providencial pro atual momento. Em resumo, fala sobre a importância da primeira infância (0 a 5 anos de idade) para a formação do indivíduo, até mesmo para aContinuar lendo “A primeira infância como forma de combate ao crime”

O que esperar da prisão?

Essa é uma pergunta que muita gente se faz: afinal de contas, o que esperar da prisão? Tenho certeza que muita gente vai responder de pronto que a finalidade das prisões é a punição do infrator. Outros dirão que é para ressocializá-lo. Há quem diga que serve tanto para punir quanto para ressocializar. Alguns (dentreContinuar lendo “O que esperar da prisão?”

Como exigir o cumprimento das normas?

Para início de conversa e possibilitar a reflexão sobre a possibilidade de se exigir o cumprimento das normas, veja essa foto (atribuída a Rubén González): Essa imagem retrata um grupo de crianças abandonadas à própria sorte, amontoadas em cima de um “respirador” do metrô, em busca de aquecimento e, consequentemente, sobrevivência na selva de pedra. ÉContinuar lendo “Como exigir o cumprimento das normas?”

O crime não perdoa

Mévio era um adolescente com pouco mais de 16 anos. Sua rotina era quase sempre a mesma, estudava de manhã e passava as tardes soltando pipa. Em um determinado momento da vida, sabe-se lá qual foi a hora exata que o caminho desandou, Mévio começou a andar com uma galera barra pesada. Certo dia seContinuar lendo “O crime não perdoa”

Violência e pobreza, duas faces da mesma moeda

Relacionar violência à pobreza é algo muito complicado, pois as pessoas, com seus julgamentos apressados, dirão que estou afirmando que todo pobre é criminoso, o que não é verdade. Para esclarecer melhor essa íntima relação entre violência e pobreza, necessário analisar um pouco o Atlas da Violência 2018. O Atlas é documento realizado pelo IPEAContinuar lendo “Violência e pobreza, duas faces da mesma moeda”